Confira a lista dos trabalhos aproados para apresentação oral e poster.

 

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The Ecosystem Services Partnership (ESP) is a worldwide network, founded in 2008, to enhance the science and practical application of ecosystem services. To facilitate the needed dialogue between scientists, policy makers and practitioners ESP organises an annual international conference in different parts of the world.

The 8th World ESP conference will be held in South Africa from 9-13 November 2015.

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Policies and Innovation for a Green Economy

This course explores the cutting edge methods and policy applications in ecological economics, an interdisciplinary field emerged in response to global sustainability crisis. With a clear sustainable development focus, it draws on the expertise of a range of disciplines: economics, ecology, physics, environmental sciences, sociology, psychology, complex systems theory, etc. to address the current challenges: climate change, biodiversity loss, resource depletion, water shortages, social cohesion and achieving sustainability. Ecological economics has been critical of the dominant approaches to decision making, namely cost-benefit analysis, the use of GDP as a key economic progress measure and the limits of the economic models not taking into account resource and environmental constraints. ‘Green Economy’ and ‘Beyond GDP’ movements are inspired by the ideas proposed by ecological economists.

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Nos meses de fevereiro e março de 2014 a Secretaria Executiva do FBMC, em atividade conjunta com a COPPE e IVIG/COPPE, promoveu os Seminários: i) Extremos Climáticos no Brasil e seus rebatimentos no Setor Elétrico; ii) Conclusões do Quinto Relatório do IPCC Extremos Climáticos e seus Desdobramentos na Disponibilidade Hídrica e na Geração Elétrica no Brasil”. Estes Seminários debateram o Extremo Climático em curso no país naquele momento, sob a luz da ciência do clima e seus efeitos diretos sobre a Disponibilidade e Abastecimento de Água e de Energia Elétrica.

As discussões levaram à conclusão de que o momento demandava ações que alertasse a sociedade às virtudes e fragilidades do nosso sistema gerador elétrico, baseado em recursos hídricos. Indicou-se, portanto, ser necessário antecipar-se às condicionantes climáticas, sob as quais não se tem um controle, e de forma imediata formatar ações voltadas à disseminação e fomento ao uso racional da energia elétrica, como forma de se evitar, no curto prazo, a adoção de medidas restritivas, a exemplo do ocorrido em 2001.

Os seminários indicaram ser urgente e imperativo dar sinais claros à sociedade da situação estabelecida no setor elétrico, com o objetivo de dividir as responsabilidades, com a sociedade e o setor produtivo na adoção de ações coletivas de uso racional da energia, sem ser necessário recorrer a punições como o corte de energia elétrica.

Como encaminhamento a Secretaria Executiva do FBMC endereçou ao então Ministro de Minas e Energia documento contendo as conclusões dos Seminários e suas sugestões de ações de curto prazo, a saber:

a)      Promover campanhas publicitárias e ações educativas, visando levar a população o conhecimento da situação hoje enfrentada pelo setor elétrico e incentivar a adoção de rotinas que se traduzam em um uso racional da energia elétrica;

b)      Criar incentivos de recompensa para aqueles consumidores que através de ações de racionalização de suas demandas, reduzam seu consumo mensal;

c)      Ativar as Comissões Internas de Conservação de Energia dos órgãos públicos e empresas estatais, para formar a implementar, no curto prazo, ações de racionalização de energia elétrica nas instituições;

d)      Convocar os grandes consumidores a unir força visando ampliar seus programas de eficiência energética e outras medidas para disponibilizar parte de seu consumo de energia;

e)      Incentivar Governos Estaduais e Prefeituras a adotarem esforços articulados para a implementação de um programa nacional de uso racional de energia elétrica;

f)       Promover ações que ampliem o uso da cogeração, autoprodução e geração distribuída nos diversos setores da economia.

Passado um ano dos eventos registrados no verão 2013/2014 realizamos em fevereiro de 2015 o seminário "A Crise Hídrica e a Geração de Energia Elétrica", onde foi verificado um aprofundamento do problema, trazendo novamente ao centro do debate quais as causas e efeitos dos extremos climáticos em curso. Importa, portanto, ter o conhecimento de como a escassez de água se traduz em seus impactos direto sobre a sociedade seja no aprofundamento de problemas crônicos da sociedade, como acesso ao sistema de abastecimento de água e saneamento, saúde e geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, bem como em suas implicações econômicas.

Nesse contexto, como forma de dar continuidade ao debate referente ao quadro de escassez de água e prováveis restrições ao pleno funcionamento do Sistema Interligado Nacional de Geração de Energia Elétrica, o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE/UFRJ) e o Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG/COPPE) tem o prazer em convidá-lo(a) para participar do Seminário “A Crise Hídrica e Questões do Clima” (agenda anexo).

O Seminário será realizado no dia 19 de março de 2015, no período de 14:30h às 18:00h, no auditório do IVIG, localizado na Av. Pedro Calmon, s/nº - Prédio anexo ao Centro de Tecnologia – Cidade Universitária - Ilha do Fundão – Rio de Janeiro – RJ.