This course explores the cutting edge methods and policy applications in ecological economics, an interdisciplinary field emerged in response to global sustainability crisis. With a clear sustainable development focus, it draws on the expertise of a range of disciplines: economics, ecology, physics, environmental sciences, sociology, psychology, complex systems theory, etc. to address the current challenges: climate change, biodiversity loss, sustainable urban development, resource depletion, water shortages, social cohesion and achieving sustainability. Ecological economics has been critical of the dominant approaches to decision making, namely cost-benefit analysis, the use of GDP as a key economic progress measure and the limits of the economic models not taking into account resource and environmental constraints. ‘Green Economy’ and ‘Beyond GDP’ movements are inspired by the ideas proposed by ecological economists.

 

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O programa de pós-graduação em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia da UFRJ (HCTE-UFRJ) está organizando um Seminário em Homenagem ao Professor Nicholas Georgescu-Roegen (2004 – 2014).

A obra do romeno Georgescu-Roegen (1906 - 1994), um dos mais importantes nomes do pensamento econômico do século XX, é ainda pouco conhecida no Brasil.

Para entender as implicações práticas do processo econômico, Georgescu-Roegen, matemático e estatístico, se aprofundou em diversas áreas do conhecimento, como economia, termodinâmica, biologia e filosofia da ciência, desenvolvendo uma abordagem original e polêmica.

Conheça as principais idéias e implicações da obra deste importante cientista.

O Seminário está marcado para o dia 1º de dezembro de 2014, 2ª feira, das 13:30 às 17:30, no Salão Nobre do CCMN, na Av. Athos da Silveira Ramos, 274 - Cidade Universitária, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro.

Palestrantes confirmados:

  • Andrei Cechin, pós-doutorando do CDS-UnB
  • Carlos Benevenuto Guisard Koehler, professor do HCTE – UFRJ
  • Carlos Eduardo Lessa Brandão, doutor pelo HCTE – UFRJ
  • Hugo Penteado, mestre em economia pela FEA-USP
  • Luiz Pinguelli Rosa, diretor da COPPE-UFRJ e professor do HCTE – UFRJ
  • Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network (via vídeo)
  • Peter May, professor do CPDA - UFRRJ e presidente da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica

Para o controle do desmatamento na Amazônia são fundamentais as informações fornecidas por imagem de satélite. O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em conjunto com o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), dispõe de dois sistemas para isso. O acompanhamento anual, que é mais detalhado, é feito pelo Projeto PRODES e o mensal, com menor nível de detalhes, pelo Sistema DETER.

O desmatamento na região, que vinha em trajetória de queda de 2004 até 2012, cresceu 29% em 2013, frente a 2012. Os dados mensais do DETER em 2014 vinham confirmando esse aumento do desmatamento, bem como as da ONG Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), entidade com reconhecida experiência na área, que utiliza os mesmos dados que o governo oriundos do sensor MODIS para este acompanhamento. Repentinamente em setembro, a partir dos dados referentes ao agosto, o MMA suspendeu a divulgação do DETER, que seria retomado apenas em novembro. O último dado divulgado foi o de julho. Vários foram os motivos alegados: proximidade das eleições, o sistema seria substituído por outro mais preciso, as informações do DETER teriam caráter administrativo para uso interno do setor de fiscalização do MMA. Nenhum desses argumentos, no entanto, faz sentido. A população brasileira tem que estar informada, em especial em época de eleições. Os usuários do DETER não são só os fiscais do MMA, e sim todos os cidadãos do planeta, pois o desmatamento tem um impacto direto sobre o montante de gases de efeito estufa, e, portanto, sobre as mudanças climáticas.  Por fim, diz a boa prática que não se deve deixar de divulgar uma série de dados, antes que a nova série esteja disponível. O cronograma de divulgação dessas estatísticas deve ser divulgado com antecedência e não deve ser alterado sem motivo relevante.

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A Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO) vêm por meio desta, expressar sua insatisfação com a forma com que o Governo Federal vem tratando a questão da falha nos resultados da PNAD 2013. Como o erro na pesquisa foi rapidamente detectado pelo IBGE e prontamente feita a retificação, tudo da maneira mais transparente possível, não encontramos motivo para a criação de duas comissões para avaliar a questão. Vemos, porém, com especial preocupação, por ser totalmente despropositada, a instalação de uma comissão sindicância, que pode ser interpretada como instrumento de intimidação do IBGE.  O IBGE é um órgão do Estado, e não do governo. Seu trabalho deve ser valorizado e entendido como patrimônio de nossa nação. Uma questão técnica não pode ser tratada como caso de polícia.

 

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Sociedade Brasileira de Economia Ecológica


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