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Energias Sustentáveis
27/02/2009
Implantação de usinas nucleares totalizando 60.000
MW nas próximas décadas.
Veja, em especial, as referências às possibilidades da
energia eólica (página 2, à direita) e da geração
elétrica com bagaço de cana (página 4, à
direita), num sistema interligado hidro-eólico-térmico
(bagaço), aproveitando as sinergias provenientes da complementaridade
entre as estações chuvosas, os regimes de ventos e a safra
de cana. Se isso fosse convenientemente aproveitado, o Brasil extrairia
de fontes renováveis e não poluidoras, toda a energia
elétrica que consome.
Com a economia decorrente do fato de que a eletricidade gerada nas hidrelétricas
custará apenas 40% daquela gerada nas nucleares, teríamos
recursos para financiar o desenvolvimente de reatores nucleares que
poderiam ser fabricados e montados pela indústria nacional, inclusive
para equipar uma frota a propulsão nuclear, o que, no meu entender,
é um imperativo estratégico para assegurar a soberania
do país sobre os mais de 8.000 km de sua Costa Atlântica
(Veja as observações finais e conclusões do artigo,
na página 5).
Lamentavelmente, os “nucleopatas” petistas-sarneysistas
preferem as usinas nucleares. Talvez tenham sido convencidos pelos “argumentos”
que os franceses da Areva devem ter oferecido ao “Ministro da
Triste Figura” Edson Lobão, sucessor do outro “Ministro
de Minas e ... do Sarney”, o mal-sucedido “Homem da Mala”.
(Texto completo em PDF)
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